Sociedade civil reage contra o golpe fascista: Bate-papo com Hélio Doyle

A sociedade civil e política está reagindo às investidas de Bolsonaro contra as eleições. O manifesto da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) em defesa do estado democrático de direito ganha milhares de assinaturas diariamente, empresários da Fiesp e da Febraban preparam outro documento defendendo a democracia e o processo eleitoral e até o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, capacho do fascismo, defendeu às urnas eletrônicas.

Este é o tema principal deste Bate-papo com Hélio Doyle, que abordou ainda: a terceira via tenta se recuperar com a candidatura de Simone Tebet, aprovada em convenção do MDB, mas à espera de um vice que pode vir do PSDB. Enquanto isso, Ciro Gomes se inviabiliza mais ainda ao declarar que não apoiará Lula no segundo turno.

No Baú o Hélio deu prosseguimento às suas lembranças da importância do marechal Henrique Teixeira Lott na defesa da democracia brasileira, em contraponto ao que verificamos nos dias atuais, com generais atentando contra a democracia.

Confira:

One Reply to “Sociedade civil reage contra o golpe fascista: Bate-papo com Hélio Doyle”

  1. Muito bom.
    A minha preocupação e que depois de eleito o Lula, em nome da governabilidade, convide o Bolsonaro para ministro da defesa.
    Depois do Alkmin não há mais surpresas.

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